Existem e são compostas por pessoas saudáveis. Para a empresa conquistar essa vantagem competitiva é preciso enxergar o ser humano de forma integral.

Histórias de chefes tiranos e colegas vingativos e incompetentes costumam rechear as mesas de almoço ou happy hours entre colegas de trabalho. A empresa que segrega ou deprecia funcionários faz com que estes, cedo ou tarde, adoeçam física e psiquicamente. Cria um ambiente de produtividade desumana e enfraquece sua imagem no mercado. Por isso que está na pauta do dia formar lideres mentores, que ao personalizar a relação com colaboradores influencia nos resultados, pois este tem, como principal responsabilidade, desenvolver potenciais esquecidos e não explorados. Esse é o trabalho que vem realizando, com sucesso, a equipe do Núcleo Pluri – Desenvolvimento Pessoal e Profisional.

“Não existe o profissional ruim ou bom. Há sim um ser humano – antes do profissional – que atua bem ou não tão bem na sua atual função. Como não existe bom ou mau marido, pai e amigo. Existem sim pessoas que vivem estes papéis de acordo com seu caráter e crenças”, afirma Paulo Mauricio Sucrmont Melo, Life Coaching e Diretor do Núcleo Pluri, conhecido no mercado como Cari. Ele atua no segmento corporativo há 35 anos e já atendeu mais de 400 pessoas como life coaching nestes últimos 10 anos mudando para melhor a vida desses profissionais e, em alguns casos, também das empresas em que atuam. Para alcançar esse estado de saúde é fundamental enxergar o ser humano com sua pluralidade de dimensões – Mental /Psíquica / Espiritual / Física / Emocional / Energética – e entender que é na ampliação da consciência da pessoa que se chega à harmonização destas dimensões para que alcance êxito profissional e pessoal.

Para Cari é urgente que as empresas pensem em modelos sustentáveis de gestões humanizadas e lideranças inspiradoras, nos quais os profissionais tenham espaço para decidir usando a sutileza da emoção, mas executando com a razão. Portanto, ao criar o Conceito Cari de Produtividade Sustentável na vida e no trabalho, baseado na idéia de que quem faz o que gosta não trabalha, mas aproveita o talento e o tempo para criar, contribuir, produzir e buscar a abundância, ele vem concretizando essa proposta que antes, parecia uma utopia.

“Eu era um grande executivo da área tecnológica, fui um dos primeiros a fazer parceria com a Microsoft no Brasil, tinha dinheiro, status, apartamento de luxo, e, de repente, entrei em parafuso. Tive síndrome do pânico e quase morri. Ao buscar minha recuperação como pessoa percebi que nada daquilo me trazia satisfação pessoal. Ao encontrar as respostas para estes processos de auto-destruição e auto-cura, e me reerguer, resolvi ajudar aqueles que passam pelo mesmo que eu. E descobri que, apesar de muitas pessoas não perceberem, vivem essa síndrome do pânico diariamente na hora que saem de suas casas para seus trabalhos. São gotinhas de horror, que elas vão engolindo para manter seu status e aquele emprego dos sonhos que, na realidade, o esfola vivo. Adoecem e não conseguem mais trabalhar como antes. Eu chamo isso de produtividade desumana. Aquela que traz resultado positivo para a empresa, mas adoece a pessoa”, afirma.

Cari afirma que ser um líder inspirador pode mudar, para melhor, a vida de qualquer profissional, principalmente em pequenas e médias empresas. Estes mercados são interessantes de serem trabalhados, pois é o dono ou acionista majoritário que normalmente é o Líder principal da empresa, ou tem influência direta na condução do negócio, e aderindo ao “conceito de produtividade sustentável na vida e no trabalho”, patrocina internamente as mudanças necessárias na gestão de pessoas. Uma das primeiras tarefas deste Líder é definir um propósito maior para a empresa, e ser o responsável por conscientizar os Líderes internos deste propósito. Com este propósito na mente e no coração, como parte da metodologia deve:

1) Adquirir e levar outros a adquirirem seu Poder pessoal através da saúde integral

2) Transparência nas relações;

3) Autonomia para superar desafios de forma criativa

4) Fazer sua equipe perceber que verdadeiramente se preocupa com ele;

5) Mostrar que tem senso de justiça quando analisa e define situações.

Cada ser humano é único. Pessoas precisam seguir propósitos, que não é missão. O líder inspirador faz a gestão de sua equipe com esta visão. Gerir liderando é humanizar a relação, percebendo limites, potencialidades e características de cada pessoa que está sob sua condução, para que ela possa produzir melhor e de forma saudável. “Também trabalho com a descoberta do líder interno de cada um. Ao despertar o poder pessoal, há uma melhora significativa na relação entre os colegas e influencia na agilidade, produtividade e qualidade dos resultados”. No Núcleo Pluri há uma metodologia de desenvolvimento realizada em etapas. A primeira apresenta um Diagnóstico da realidade do profissional, como se vê, como é e como está internamente; a segunda é o Desenvolvimento, que alinha metas pessoas e corporativas, e viabiliza que sejam aplicadas no cotidiano de forma saudável; em seguida vem a Avaliação e as Correções que auditam os resultados e fazem ajustes se necessário e, por fim, a Conclusão que avalia resultados em relação aos objetivos inicialmente definidos, e eventualmente acorda uma nova etapa.